O Homem Que Foi Demitido Por Uma Máquina


Blogueira Revolta-se Contra Redes sociais E Conta A Verdade Sobre isso Tuas Imagens


Ficou com água na boca? Cadastre-se na nossa newsletter! Esse email não está claro. Por favor, tente outra vez. Brevemente você receberá os melhores assunto do Paladar no seu email! Por favor, recarregue a página e tente novamente. Neste ano, uma novidade, as cachaças foram divididas de acordo com o tipo de madeira em que estagiam, teu visual e a declaração no rótulo, em duas categorias, branca e ouro. A mudança é reflexo exato desse instante, o nível das cachaças - inclusive das branquinhas - subiu, e os produtos evoluíram. “Não fornece mais pra pôr tudo no mesmo saco”, reitera Dirley Fernandes, jurado e filiado da Cúpula. “Está claro que os produtores estão cuidando melhor de suas cachaças, sobretudo das brancas, que já competem entre si de modo justa” admite Maurício Maia, presidente da Cúpula e blogueiro do Paladar.


Arouxa também era o nome usado por um dos supostos redatores do Rio de Nojeira, deixando a toda a hora rastros de ódio na tentativa de incriminar outros desafetos do grupo. O primeiro postagem de notoriedade do Rio de Nojeira fazia ataques racistas a alunos da Unicarioca, faculdade localizada no Rio Comprido, localidade central do Rio, onde Ricardo estudava. “Quando foi que a Unicarioca deixou de pertencer à elite branca e passou a ser infestada por favelados, mulatos, negros cotistas?


”, questionavam os autores. Segundo especialistas e investigadores ouvidos na reportagem, o Rio de Nojeira faz fração de uma longa linhagem de páginas usadas pelo grupo criminoso pra propagar discurso de ódio. O primeiro website do grupo a receber os holofotes foi o Site do Silvio Koerich, que se apropriou do nome de um empresário catarinense.


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Até março de 2012, a página havia sido alvo de 69.729 denúncias à Polícia Federal. O site compartilhava textos e fotos com tema discriminatório e fazia apologia de crimes como agressão sexual e pedofilia. Um dos postagens de superior repercussão buscava “ensinar a prática de estupros corretivos” em lésbicas. Outros websites do gênero, como o Homem de Bem, tiveram trajetória parecida até serem tirados do ar.


O modus operandi dos integrantes da quadrilha é construir web sites e fazer postagens propositalmente absurdas, provocando repercussão, aquela história de “lulz”. A zoeira, mas, não era a única aspiração dos líderes da quadrilha. Eles queriam mesmo é ganhar dinheiro. Neste momento em autonomia, com o primeiro web site fora do ar, Emerson Rodrigues e Marcelo Mello passaram a desenvolver juntos outros portais na internet brasileira, entre eles o fórum Dogolachan.


Foi por esse último que os 2 entraram em contato com Alemão, o perfil falso que passou a coordenar os ataques contra Ricardo Arouxa, visto que um desentendimento em uma comunidade da finada mídia social Orkut chamada Cartola FC. Após se desentenderem em mensagens na web, Alemão prometeu “acabar com a vida” de Ricardo Arouxa. Em 31 de março de 2017, colocou um anúncio on-line para uma vaga de serviços gerais remetendo ao endereço de Pilares. 6 pessoas apareceram à porta de Arouxa, parcela delas sem sequer dinheiro para retornar pra moradia.


Era só o início do que seria uma escalada de ataques. Arouxa foi contatado por uma criança que tentava lhe enviar mensagens de cunho sexual. Ele desconfiou e rastreou o perfil da mãe do autor. Descobriu que Alemão, outra vez se passando por ele, começou a tentar aliciar criancinhas de uma universidade de boxe comunitária da Maré. Oferecia videogames em troca de fotos de tema sexual, que deveriam ser enviadas pro telefone de Arouxa.


Pra esta finalidade, passou o fundado número do smartphone do analista de sistemas e teu endereço, onde os brindes deveriam ser recolhidos, tentando incriminá-lo. Em setembro do ano anterior, uma post da advogada Janaína Paschoal no Twitter afirmava que Arouxa havia pressionado de morte a ela e a seus filhos. A articuladora do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff ficou amedrontada com as mensagens enviadas em nome do analista de sistemas. Um telefonema entre os 2 colocou final à desarrumação e revelou tratar-se de obra de trolladores. Em uma cafeteria da Tijuca, Ricardo Arouxa citou a ÉPOCA não ter pânico de Alemão ou dos abundantes participantes da comunidade do Dogolachan, contudo não escondeu sua angústia. Diariamente se divide entre o serviço e o frequente supervisionamento das atividades do grupo, tentando “antever o próximo passo”. Não consegue ficar mais de duas horas sem fazer este tipo de checagem. Falou que nunca procurou psicólogos para resolver com o estresse. Ilustrou ter conseguido estabilizar sua vida, mantendo amizades e o namoro apesar dos ataques de ódio.


Seu empregador também está ciente da ocorrência. O tom, porém, é de resignação. O grupo que esparrama ódio voltou a ser centro das autoridades neste ano, no momento em que a PF deflagrou a Operação Bravata, prendendo mais uma vez Marcelo Mello e outros participantes do Dogolachan. Dessa vez, eles conseguem ser enquadrados pela Lei Antiterrorismo.

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